Resumo:
A vegetação que fica às margens de rios, córregos, lagos, represas e nascentes – chamada de mata ciliar – é considerada área de preservação permanente pelo Código Florestal Federal e precisa respeitar uma extensão mínima predeterminada. Mas, na realidade, nem sempre essa determinação é respeitada nas propriedades rurais, e a mata ciliar acaba sendo danificada.
O projeto Mata Ciliar, iniciado pela Syngenta em 2004, tem como objetivo justamente recuperar essa vegetação ribeirinha, promovendo o plantio de espécies nativas. As primeiras áreas reflorestadas pelo projeto foram as da região dos Campos Gerais, no Paraná. Atualmente, as ações abrangem também o centro-sul do estado.
O processo de revitalização dessas áreas passa por um trabalho de conscientização dos agricultores sobre a necessidade da manutenção da mata ciliar, sua importância para garantir a qualidade e preservação da água e do meio ambiente. Isso é feito por meio de encontros e “Dias de Campo”, que reúnem os trabalhadores rurais. Nesses eventos, em vez de oferecer brindes promocionais – como camisetas –, a Syngenta doa mudas de árvores nativas fornecidas pelo Instituto Agronômico do Paraná (IAP). Desde o início do projeto Mata Ciliar, já foram doadas mais de 100 mil mudas.
A Syngenta conta com a parceria do governo do estado do Paraná, IAP, Sema, Emater e Seab para esse projeto.